13 fevereiro 2020

Vai começar uma atividade física? Descubra o que você precisa saber antes!

O início de uma vida fisicamente ativa requer alguns cuidados simples, porém importantes!

Todo mundo já conhece os benefícios de uma vida fisicamente ativa tanto na prevenção quanto no tratamento de diversas doenças, sejam elas físicas ou psicológicas. Mas pouca gente lembra dos cuidados necessários antes do início de uma atividade física.

Ulisses Masseli, profissional de Educação Física do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, de Campo Grande (MS) e vinculado à Rede Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), ensina alguns passos importantes que precisam ser seguidos para que nenhuma surpresa desagradável atrapalhe sua vida em movimento.
 
E a saúde como vai? Essa etapa é super importante e deve ser a primeira da sua lista. Segundo Ulisses, as principais ferramentas que os profissionais de saúde dispõem para realizar o diagnóstico do paciente são a anamnese e o exame físico.

Parece difícil, mas anamnese é uma espécie de “entrevista” cujo objetivo é levantar informações importantes sobre a história atual e pregressa do paciente. Já o exame físico visa observar sinais e sintomas por meio da inspeção, ausculta, palpação e a percussão, sendo essas as quatro técnicas básicas do exame físico.

Dependendo dos resultados obtidos em ambas as etapas, outros exames complementares podem ser requisitados para uma investigação mais detalhada. Mas já durante a consulta é possível detectar alguns sintomas relevantes, como é o caso da hipertensão arterial, que está associada à ocorrência de infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame.

Ulisses lembra que estar em dia com a famosa bateria de exames é de suma importância para um diagnóstico precoce, principalmente levando em consideração a faixa etária. No entanto, a não realização de exames mais completos não deve ser usada como pretexto para postergar a mudança de hábito e de abandonar de uma vez o comportamento sedentário.

Fonte: Portal do Ministério da Saúde

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