28 novembro 2018

Após ato na Governadoria e reunião com a chefe da casa civil fórum delibera nova mobilização

Depois do ato na Governadoria e sem resposta do Governo sobre os pagamentos, servidores públicos estaduais organizam grande mobilização na próxima quarta (5).

Os servidores chegaram cedo à sede do Governo do Estado, com tendas e carros de som os sindicatos reuniram centenas de servidores para reivindicar a conclusão do pagamento do 13º de 2017 e o pagamento das folhas de outubro, novembro e dezembro, bem como o 13º de 2018. São anos de descaso por parte do Governo do Estado com os serviços e os servidores públicos.

No início da tarde uma comissão de servidores foi recebida pela chefe da casa civil, Tatiana Mendes Cunha, que não trouxe boas notícias aos servidores públicos.

As entidades sindicais questionaram os valores que serão arrecadados com o ICMS, serão 90 milhões nesses últimos dois dias com ICMS adiantados, para o pagamento de 40 milhões restantes para a conclusão do 13º de 2017.

Entre as reivindicações apresentadas pelas entidades, exigiram a apresentação do Calendário de novembro e dezembro e o 13º (2018), bem como o pagamento de forma igualitária aos aposentados e pensionistas sem discriminação em detrimento de uma categoria para outra.

Por meio de contato telefônico, o secretário de planejamento Gustavo Nogueira informou aos servidores que o Governo vai priorizar os pagamentos de duodécimos para os demais poderes.

Em resumo, o Governador Robinson Faria declarou por meio de sua equipe, que mais uma vez não dará prioridade à colocar comida na casa dos milhares de servidores públicos que dão a vida pelo serviço público estadual.

Frustrados após a reunião as entidades que fazem o fórum estadual de servidores esteve reunido e deliberou um novo ato de protesto que será realizado na próxima quarta-feira, dia 5 de dezembro na Praça dos 3 Poderes, centro da cidade.

"Os servidores estaduais estão adoecendo com depressão, endividados, passando necessidades, ao longo de mais dois anos de total descaso por parte do Governo que prioriza o repasse de duodécimos e pagamento de servidores em detrimento ao salário dos trabalhadores do poder executivo. Salário é vida, é verba alimentícia!" Destaca, Janeayre Souto (Presidente do SINSP/RN) 

Fonte: Sinsp

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