24 outubro 2018

Por que este Blogueiro VOTA na Professora FÁTIMA BEZERRA Governadora do RN?

Meu voto é Fátima, pois conheço a história do seu  trabalho como PROFESSORA, como também  acompanho o seu TRABALHO PARLAMENTAR através  das mídias sociais e das  TVs Câmara e Senado e,  sou testemunho de  que sempre defende os interesses do POVO do Rio Grande do Norte.
O servidor público não deve pensar duas vezes para votar em Fátima, deve sim VOTAR e confiar plenamente que será VALORIZADO no  Governo Fátima.

Agora, conheça a História de vida da FUTURA governadora FÁTIMA 13

BEZERRA, Fátima
*dep. fed. RN 2003-2007, 2007-2011, 2011

  Maria de Fátima Bezerra nasceu em Nova Palmeira (PB), no dia 19 de maio de 1955, filha de Severino Bezerra de Medeiros e Luzia Mercês do Amaral.
Formada em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), graduou-se em 1980 e nesse mesmo ano tornou-se professora da rede estadual potiguar e vice-presidente da Associação dos Orientadores Educacionais do estado, da qual posteriormente foi eleita presidente. Em 1981 filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT).  No ano seguinte passou a integrar o corpo docente da prefeitura municipal de Natal. Em 1985 tornou-se secretária-geral da Associação dos Professores do Rio Grande do Norte e em 1989 foi eleita Secretária-Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, entidade que presidiu entre 1991 e 1994.
Em outubro de 1994 disputou as eleições como candidata a deputado estadual, sendo eleita para seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN). Tomou posse no ano seguinte, quando foi escolhida líder do PT na ALRN e membro titular do Conselho Estadual de Direitos Humanos e Cidadania. No decorrer da legislatura 1995-1999, presidiu três comissões instaladas na Assembleia Legislativa potiguar: Direitos Humanos; Defesa do Consumidor; Meio Ambiente e Interior. No pleito eleitoral de 1998 foi reeleita para mandato de mais quatro anos. Ao longo dessa legislatura, manteve-se líder do PT na Assembleia Legislativa e tornou-se membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Norte. Nas eleições gerais de 2002 candidatou-se a uma vaga na Câmara dos Deputados e obteve a melhor votação de seu estado, com 161.875 votos.
Em fevereiro de 2003 tomou posse no Congresso. Em agosto, por ocasião da votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, votou a favor da proposta apresentada pelo Governo Luís Inácio Lula da Silva (2003-2007), aprovada em dois turnos no Congresso e encaminhada ao Senado Federal. Em dezembro o então presidente do Senado, José Sarney (PMDB), promulgou a emenda constitucional que alterou o sistema previdenciário do país, especialmente quanto às regras relativas a aposentadorias e pensões, previdência complementar, paridade entre funcionários públicos ativos e inativos, e contribuição de estados e municípios.
No decorrer de 2003 foi escolhida vice-líder do PT no biênio 2003-2004 e integrou duas comissões especiais para projeto de emenda constitucional (PEC): uma para avaliação de proposta de admissão de servidores temporários para o quadro efetivo do funcionalismo público e outra com o objetivo de elaborar emendas ao Plano Nacional de Cultura.
Em 2004 lançou sua candidatura à prefeitura de Natal e obteve a quarta colocação, com 27.331 votos, no pleito que elegeu em segundo turno o candidato Carlos Eduardo Nunes Alves, da legenda do Partido Socialista Brasileiro (PSB). No Congresso, atuou como titular da comissão especial do Ano da Mulher, criada para fortalecer a visibilidade feminina a partir de discussões sobre questões de gênero na agenda do parlamento brasileiro.
Com a formação de novas comissões na Câmara, no ano de 2005, foi escolhida presidente da Comissão de Legislação Participativa, criada para “receber as sugestões de iniciativa legislativa, apresentadas por associações e órgãos de classe, sindicatos e entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos”. Nessa ocasião, apontou a necessidade da ampla divulgação da Comissão, no sentido de oferecer à sociedade civil um canal de participação mais direta no trabalho legislativo. Em 2005 também se tornou membro da Comissão Permanente de Desenvolvimento Urbano e atuou em duas comissões especiais: uma sobre seleção de agentes comunitários de saúde e outra sobre transposição e integração de bacias hidrográficas para a região do Semiárido nordestino.
Em março de 2006, tornou-se titular da Comissão Permanente de Educação, Cultura e Desporto. No mesmo ano atuou como segundo vice-presidente da comissão especial para a PEC que criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. Dando continuidade aos trabalhos para a implementação do recém-criado fundo, atuou também como relatora da Medida Provisória (MP) que o regulamentou, em 2007. Destinado aos alunos da educação infantil, do ensino fundamental e médio o FUNDEB substituiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), cujos recursos eram vinculados apenas ao ensino fundamental.
Entre setembro e outubro de 2007 votou a favor da proposta do governo, aprovada em dois turnos pela Câmara, mas não pelo Senado, de prorrogar a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Posteriormente, quando o tema CPMF voltou à Câmara com o nome Contribuição Social para a Saúde (CSS), votou com a maioria dos deputados, que aprovou a recriação do imposto.
Em 2008 foi eleita vice-líder do PT pela segunda vez. Nas eleições municipais de outubro candidatou-se à prefeitura de Natal e obteve 139.946 votos (36,83% dos votos válidos), sendo derrotada por Micarla de Souza, da legenda do Partido Verde (PV), que recebeu 50,04% dos votos no primeiro turno.
Retomou seu mandato de deputada federal em seguida. No ano seguinte, o Tribunal Regional Eleitoral acusou a coligação pela qual foi candidata à prefeita em 2008 pela realização de suposta propaganda irregular. O Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, responsável pela análise dos autos, devido ao foro privilegiado da deputada, arquivou o processo, sob a alegação de falta de provas.
Concorreu por um novo mandato nas eleições realizadas em Outubro de 2010, quando recebeu mais de 200 mil votos. Reeleita, iniciou novo mandato em Fevereiro de 2011 e, na nova legislatura, como parte de suas atividades parlamentares, ocupou a presidência da Comissão de Educação em 2011, além de ter atuado também na Comissão Especial que discutiu o Projeto de Lei 8035/10, referente ao Plano Nacional de Educação (PNE), responsável por estabelecer as diretrizes para o setor educacional brasileiro até 2020.
Em 2014 foi eleita Senadora da República para a Legislatura 2015-2023
VOTO também no Professor Dr.   Haddad para Presidente. Ele é o candidato mais PREPARADO  para governar o Brasil

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