01 junho 2018

Presidenciável Ciro Gomes declara em entrevista quais as armas que usará na sua campanha presidencial

Ciro Gomes já tem pronto o figurino que vai exibir na campanha presidencial.

Na sua entrevista ao Roda Viva, ele deixou claro que será extremamente crítico dos adversários e até de eventuais aliados como o PT.

E também não perderá a oportunidade de usar as palavras e acusações mais duras que puder. Mesmo que elas quase se transformem em ofensas pessoais.

Para não se transformar numa espécie de “Bolsonaro da esquerda”, Ciro vai mesclar essa pancadaria com propostas de modernização para o País.

O problema é que sua virulência é tão grande que acaba ofuscando essas ideias.

Para Ciro Gomes, não existe possibilidade de estar junto com o PT no primeiro turno das eleições, o que considera “lamentável”.

Disse que a aliança não sairá pelo caráter “hegemônico” do PT, que repete que Lula será candidato.

Ciro acrescentou ainda que existem dois grupos que não querem a união das esquerdas: a direita e “a burocracia do PT”.

Segundo Ciro, essa burocracia não liga a mínima para Lula e pensa apenas em eleger deputados.

A metralhadora giratória de Ciro Gomes disparou também na direção dos petistas durante sua entrevista ao programa Roda Viva.

Ciro disse que a ex-presidente Dilma Rousseff “se desmoralizou porque mentiu”.

Ele também a criticou por ter nomeado Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda.

O pré-candidato do PDT afirmou ainda que Dilma perdeu o controle de sua base “porque não era do ramo”.

E afirmou que ele “é do ramo”.

No tom virulento de costume, disse que Michel Temer “é um escroque” e que ele é “o fundo do poço”.

Como anunciara previamente, Ciro Gomes aproveitou sua participação no Roda Viva para bater pesado no presidente da Petrobrás, Pedro Parente, por conta da política de preços dos combustíveis praticados pela empresa.

“Pedro Parente, para servir aos interesses estrangeiros, pratica uma política fraudulenta de preços na Petrobras”, atacou, defendendo sua demissão.

Afirmou que que a paralisação dos caminhoneiros “não ameaça a democracia”. (BR 18)

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