04 fevereiro 2018

Após a “via crucis” política de 2014, os “mesmos” que vetaram Rosalba buscam seu apoio em 2018

Do editor Ney Lopes

Em hora de grande desgaste da classe política, chamam atenção às pesquisas sobre a imagem e desempenho administrativo da prefeita de Mossoró, RN, Rosalba Ciarlini.

Jornal de Fato registra, na coluna de César Santos, que ela “com a gestão bem avaliada, popularidade em alta, sente-se à vontade para o contato direto com as pessoas. Ao seu estilo, como sempre fez.

De quebra, atiçando os observadores de plantão da cena político-eleitoral”

Quem te viu e quem te vê!

Rosalba foi apunhalada pelas costas pelos seus próprios correligionários integrantes da coligação que a apoiava à época.

Não foi apenas o DEM.

O crime político foi praticado por todos que desfrutaram do seu governo e depois a jogaram na lama do “descrédito fabricado”, com informações falsas sobre o seu governo.

Juntaram-se forças políticas e empresariais para destruí-la.

A meta era transformá-la em pó!

Para apoiar adversários tradicionais, em 2014 o seu partido – DEM – cassou o direito legítimo de Rosalba candidatar-se à reeleição, já que não existia condenação transitada em julgado contra ela na justiça eleitoral.

O único caso no Brasil de correligionário colocar-se contra correligionário.

Calaram-se os “aliados”, beneficiários (!!!!) do seu governo, desde a composição do secretariado.

“Alguns” diziam-se cautelosos e criticavam apenas nos bastidores (?????).

Outros conspiraram.

Rosalba ficou só em 2014, diante de acirrada campanha difamatória, cuja finalidade era bani-la da vida pública.

Procedimento ao estilo das cassações pelo AI 5, na época revolucionária.

A diferença era que, no Brasil de hoje, a justiça funciona em toda sua plenitude.

Uma longa luta em Brasília permitiu que Rosalba ganhasse no TSE todos os processos e condenações que tinha contra si.

Voltou à Mossoró, candidatou-se a prefeita e ganhou a eleição.

Agora, segundo o jornalista César Santos, ela atiça os observadores de plantão da cena político-eleitoral.

Atiça por quê?

Segundo os conhecedores da política de Mossoró pela busca do seu apoio em outubro próximo, que será decisivo para o DEM e PMDB ganharem a eleição majoritária.

Rosalba e o seu esposo articulador político notório deputado Carlos Augusto, nada disseram, até agora.

Como se aproxima a Semana Santa é tempo de relembrar a passagem bíblica, que relata terem dado para Jesus beber na Cruz vinagre misturado com fel.

Porém, Jesus provou e não quis beber.

Por isso, salvou-se com a Ressureição ao terceiro dia.

Em 2014, abandonada e solitária, Rosalba, percorreu penosa “via crucis” política, pessoal e familiar.

Quase foi tragada pelo “vinagre e fel” da mais perversa armadilha política montada contra um governador, que desejava disputar a reeleição.

Ela não se intimidou e reagiu ao “fel e vinagre”.

Preferiu lutar para sobreviver.

Ao final, venceu e hoje é Prefeita de Mossoró, RN, em plena popularidade.

Diante dos fatos públicos e notórios, já incorporados à história política do estado, a reação de Rosalba e Carlos Augusto, na eleição próximo de outubro, será aliar-se aos seus algozes de 2014, em troca de compensações políticas?

Será?

Será mesmo que isso vai acontecer?

Ou Rosalba e seus correligionários aplicarão o princípio bíblico dos Romanos (2:6-8), de que “Deus retribuirá a cada um conforme o seu procedimento”?

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