14 dezembro 2017

Auxílio-saúde da UERN é aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa

Com essa decisão, os servidores continuarão com o Plano de Saúde Unimed

O auxílio-saúde de docentes e técnicos da UERN foi aprovado por unanimidade, na tarde de hoje (12), em sessão da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALERN). A matéria agora segue para avaliação e sanção do Governador Robinson Faria.

Dezenas de professores e técnicos lotaram o plenário da assembleia e comemoraram a decisão favorável dos parlamentares. Também estiveram presentes membros da Direção do Sintauern e da administração da universidade.

O auxílio-saúde foi aprovado pelos deputados conforme o projeto original encaminhado pela administração da universidade. Ele regulamenta o repasse de recursos para pagamento de despesas com saúde. O benefício contempla todos os servidores e servidoras da UERN, da ativa e aposentados.

A presidenta da ADUERN, Rivânia Moura, destacou o processo de negociação e articulação de toda a universidade para garantir a aprovação do auxílio-saúde.

“Esta aprovação é a soma das lutas que vêm acontecendo há algum tempo na UERN. Para que garantíssemos esta vitória, tivemos de participar de audiências com o Governo, com o Procurador do Estado, audiências públicas na própria Assembleia Legislativa e com a Reitoria da universidade. O momento é de reconhecer que este ganho é mérito de toda a comunidade acadêmica que se envolveu e não abriu mão de um direito histórico dos servidores”, destacou.

Rivânia lembrou que mesmo com esta série de articulações realizadas no decorrer de 2016 e 2017, o auxílio-saúde foi incluído entre as reivindicações de greve da categoria pela compreensão do quão importante é este direito para os trabalhadores e trabalhadoras da UERN.

“O auxílio-saúde representa um ganho das nossas reivindicações, mas é fundamental destacar que nossa greve continua. Seguimos com quase dois meses de salários atrasados, sem um calendário de pagamento e não abriremos mão do compromisso com os docentes da UERN e nem da nossa dignidade enquanto trabalhadores e trabalhadoras” concluiu Rivânia.

Foto: AL/RN

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