01 novembro 2017

Mais uma vez, trabalhadores, aposentados e servidores públicos “pagam o pato”

A previsão para o mínimo caiu de R$ 969 para R$ 965 no Orçamento de 2018.

Para fechar as contas, governo adiou reajuste de servidores.

O governo encaminhou ao Congresso um conjunto de medidas provisórias (MPs) de aumento de tributos e cortes de despesas que pretende garantir R$ 12,6 bilhões extras.

A alíquota de contribuição previdenciária dos servidores subirá.

A contribuição sobre o salário até o teto do INSS (R$ 5.531,31) continua em 11%.

Os que ganham mais pagarão 14% sobre a parcela que excede o teto.

Os servidores já se articularam para tentar barrar a proposta.

Também com o objetivo de ampliar a receita o governo vai taxar fundos de investimento exclusivos fechados, para clientes de alta renda.

Esses fundos são compostos por apenas um investidor e isentos de Imposto de Renda nas movimentações internas.

Opinião do blog – Mais uma vez, quem “paga o pato” são os trabalhadores, aposentados e servidores públicos.

Tudo isso, em nome de certos abusos existentes e de reformas.

Será que nas outras atividades, inclusive privadas, não existem também distorções e privilégios?

Os abusos existentes devem ser corrigidos com rigor, em todas as áreas.

O que não se justifica é praticar abusos mais graves para equilibrar as finanças nacionais.

O justo seria que os ônus fossem equitativamente divididos, para que a balança do sacrifício do cidadão não pendesse apenas para um lado, como impõe o governo.

As MPs editadas pelo governo ontem, 30, aumentam a tributação de servidores e reduzem renda de assalariados,enquanto o nosso país é um dos raros do mundo que não tributa dividendos e fortunas.

Nos Estados Unidos e Europa, símbolos do capitalismo, essas faixas de rendimentos pagam impostos.

No Brasil, não.

Poucos proclamam essa realidade.

Concentram forças em clamar por mais reduções e favores oficiais…

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