08 agosto 2017

Centrais sindicais querem contribuição maior que atual

Com a entrada em vigor da reforma trabalhista, o imposto sindical deixará de existir em novembro, mas a contribuição que os trabalhadores pagam aos sindicatos pode aumentar.

Em vez do desconto de um dia de trabalho por ano (o correspondente a 4,5% de um salário), a contribuição será decidida em assembleia.

União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Força Sindical, duas das maiores centrais do País, defendem que 6% a 13% de um salário mensal sejam destinados anualmente ao financiamento das entidades.

A nova “contribuição por negociação coletiva” é apoiada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), UGT e Força.

Juntas, elas representam 51,8% dos trabalhadores sindicalizados.

O presidente Michel Temer informou às centrais que o substituto do imposto sindical será regulamentado por medida provisória.

O texto, porém, não deve trazer valor a ser cobrado.

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