05 julho 2017

Deputado sugere análise de relatório do TCE sobre obras inacabadas no RN

Segundo Mineiro, o relatório inclui 100 municípios com populações acima de 20 mil habitantes, com obras paradas orçadas a partir de R$ 100 mil

Mineiro, deputado estadual

Na sessão ordinária desta terça-feira (04), na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) repercutiu o relatório concluído recentemente pelo Tribunal de Contas do Estado sobre obras inacabadas e paralisadas em todo o Rio Grande do Norte. Segundo Mineiro, o relatório inclui 100 municípios com populações acima de 20 mil habitantes, com obras paradas orçadas a partir de R$ 100 mil.

“São 313 obras analisadas e mais da metade estão atrasadas. Essas obras envolvem R$ 600 milhões”, afirmou Mineiro, explicando que pelo menos metade do valor já foi aplicado. “Se fossem mantidos os preços iniciais, seriam necessários mais R$ 300 milhões para a retomada das obras, mas a gente sabe que uma obra retomada o preço se eleva até de maneira imensurável”, relatou o parlamentar.

Em seu pronunciamento, o deputado Mineiro sugeriu que a Assembleia criasse uma comissão, que poderia ser na Comissão de Finanças, para se reunir com o Tribunal e conhecer melhor os detalhes do relatório, inclusive quais municípios tem obras inacabadas. Mineiro sugeriu ainda que o Executivo também se inteirasse do assunto já que 30% dos valores investidos foram oriundos dos cofres estaduais. O deputado ainda sugeriu que o Executivo contemplasse no plano orçamentário de 2018, a retomada dessas obras paralisadas. “O prejuízo é da sociedade como um todo”, concluiu Mineiro.

O deputado também repercutiu o seminário Motores do Desenvolvimento, realizado nesta segunda-feira (03), quando foram discutidos os temas Segurança e Cidadania. “Saí de lá convencido que é preciso mudar a concepção sobre a questão da segurança, pois hoje não uma interligação entre os órgãos federais, estaduais e municipais”, disse Fernando Mineiro, questionando o município de Natal. “Não teremos resposta a essa gravidade que é a insegurança, particularmente em Natal, onde o Município não tem uma ação de segurança”, comentou o parlamentar.

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